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Quem somos

É muito difícil definir a ideia de um grupo, e ainda é mais difícil dizer o que este grupo representa e defende. Um grupo é formado por uma união de pessoas, que tem histórias de vidas diferentes, e que tem expectativas de futuro diversas. O grupo, contudo, é formado por algo que os une. Nós, da Confraria Palestrina, nos unimos pelo bem do Palmeiras.

É claro que isso é também relativo. Afinal, o que é “o bem do Palmeiras”? É difícil definir, de fato, e isso deve ser reconhecido. O que tentamos fazer é reunir um monte de palmeirenses para debater as coisas do clube e, a partir dos consensos, nos posicionar. Estes posicionamentos se transformam na ideia do grupo, na posição da Confraria Palestrina, e, assim, avançamos. Então, em síntese, o grupo da Confraria Palestrina é o que os consensos obtidos a partir dos seus debates se revelam. A Confraria Palestrina é o resultado das decisões obtidas a partir dos debates que realiza.

É claro que, nesta tarefa de identificar o que somos, é muitíssimo importante saber o que não somos. E, neste ponto, quando vemos a política palmeirense, sabemos exatamente o que não queremos ser. Quanto a isso, é muito simples: enquanto alguns apostam na dissidência, na perfídia e na desunião para ganhar espaço, cremos, na transparência e no diálogo. Enquanto alguns se apoiam em mentiras e em deslealdades, jogamos com as cartas na mesa, de maneira aberta. Aliás, em razão disso somos chamados de infantis, de inexperientes, mas isso, pra nós, acaba sendo um elogio: não compactuamos com a política de compadrio, de ajudas, de toma-lá-dá-cá. Somos pelo Palmeiras, e somente conseguimos entender o que isso significa quando ouvimos todos aqueles que integram nosso grupo. Isso não pode ser, nunca, esquecido.

Nesta eleição para o Conselho Deliberativo, é óbvio que cada um vota como entende. Não os cumpre criticar quem acha que eleger Leila Pereira é o melhor pro Palmeiras, ainda que isso signifique o ressurgimento de Mustafá Contursi. Não temos nada pessoal contra a candidata. Nós criticamos, contudo, tudo o que isso significa.

Primeiro, a eleição desta candidata significa rasgar o Estatuto do Palmeiras. Nós, na Confraria Palestrina, acreditamos que os fins possíveis são dados pelos meios disponíveis – o pensamento contrário, com o qual não concordamos, é que os fins justificam os meios, e é justamente sobre esta base que Mustafá apresenta sua mais nova criatura. Mais uma vez o ex-presidente aposta em dividir para governar, e busca espaço na discórdia, no ódio, no rancor, para angariar uma maioria. Talvez ele não perceba (tomara que não) que quem constrói sobre estas bases só colhe frutos envenenados. Nunca o Palmeiras será melhor se seus alicerces não estiverem firmemente fincados em bases eticamente irrepreensíveis. Não há como se construir um bom edifício sobre uma má fundação.

Nesta eleição para o Conselho Deliberativo, então, a Confraria Palestrina apresenta seis candidatos. Seus currículos estão em nosso web-site, suas histórias de vida são facilmente esclarecidas com meia hora de conversa. Cremos na defesa da instituição do Palmeiras, e que não é possível vencer sem obedecer às regras do jogo. Se quem não obedece às regras do jogo vence, isso é, simplesmente, trapaça. E, em hipótese alguma, podemos compactuar com isso.

Convidamos, então, a todos os eleitores a realizar esta reflexão. Estamos, sempre, à disposição para quaisquer esclarecimentos e dúvidas. Este é o nosso DNA, e é assim que continuaremos a ser daqui a 5, 10 anos. E não desistiremos de auxiliar o Palmeiras. Nunca.

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